domingo, 3 de fevereiro de 2013

Brasil: Não há cabo-verdianos entre vítimas do incêndio da Boate Kiss

A Embaixada de Cabo Verde no Brasil informou hoje à Inforpress que não há registos de cabo-verdianos entre as vítimas do incêndio ocorrido na Boate Kiss no Estado de Rio Grande do Sul, Brasil.
Contactado pela Agência Cabo-verdiana de Notícias um funcionário da embaixada, sedeada em Brasília, adiantou que da lista publicada, tanto das vítimais mortais como dos feridos não consta nenhum jovem cabo-verdiano.
A mesma fonte avançou ainda que na cidade onde aconteceu o incêndio existe apenas um estudante cabo-verdiano.
A inforpress tentou chegar a fala com o embaixador Daniel Pereira, mas sempre que a chamada era transferida a partir da embaixada a ligação não completava.

A tragédia, teve lugar madrugada de domingo em Santa Maria, no Estado brasileiro de Rio Grande do Sul, e matou 238 jovens com idades compreendidas entre 16 e 20 anos.

Brasil de Luto

É uma das maiores tragédias do Brasil, e uma das maiores de sempre no que toca a acidentes em discotecas. 231 pessoas morreram, na sua maioria asfixiadas, na madrugada de domingo, quando um incêndio deflagrou numa discoteca em Santa Maria, no estado do Rio Grande do Sul. A falta de saídas de emergência e a tentativa de cobrar o consumo antes de deixar os clientes sair terão sido responsáveis pelo funesto desfecho.
Era madrugada de sábado para domingo e muitos jovens da cidade universitária de Santa Maria, no estado do Rio Grande do Sul (RS) saíram em busca de um pouco de diversão de fim-de-semana.

A discoteca Kiss, frequentada essencialmente por jovens, com idades entre os 16 e os 20 anos, estava cheia e o ambiente era de festa.
No palco do espaço fechado actuavam os Gurizada Fandangueira. Eram duas e meia da madrugada, quando, como parte do espectáculo, foi activado um engenho pirotécnico. Este terá que terá sido o primeiro responsável pela tragédia. As faíscas provocadas pelo engenho terão atingido o material de isolamento acústico do espaço, feito de espuma e, segundo as testemunhas, em menos de cinco minutos as chamas propagaram-se.

Mais de 100 mil pessoas refugiadas do Darfur vivem em "condições medonhas" - ONU

Mais de 100 mil pessoas foram deslocadas ou severamente afetadas pelos confrontos ocorridos no início de Janeiro pelo controlo das minas de ouro no norte do Darfur e vivem hoje “em condições medonhas”, revelou a ONU na quinta-feira.
Em meados de janeiro, a Organização das Nações Unidas (ONU) revelou a ocorrência de combates, iniciados em 05 de Janeiro, entre duas tribos, pelo controlo das minas de ouro, que causaram cerca de cem mortos na região sudanesa de Jebel Amir.
Na ocasião, informa a agência noticiosa AFP, a ONU deu uma primeira estimativa de 70 mil deslocados.
Dezenas de milhares de pessoas refugiaram-se em escolas e instalações governamentais, adiantou na quinta-feira fonte da agência da ONU para a coordenação dos assuntos humanitários (OCHA).
Muitos vivem “em condições medonhas”, acrescentou a mesma fonte, que especificou que 75 mil estão na província do El-Sireaf, segundo os números oficiais da comissão governamental para a ajuda humanitária.
Nesta província, as escolas e vários serviços governamentais estão encerrados “devido ao número importante de pessoas deslocadas que aí se refugiaram”, afirmou o governador da província, citado pela OCHA.
“Numerosos deslocados vieram acompanhados do seu gado, o que aumentou de forma significativa a

Conferência internacional sobre segurança começa  a debater conflitos no Mali e na Síria

Os conflitos no Mali e na Síria vão dominar os debates da 49.ª conferência sobre segurança, que começa hoje e vai reunir este fim-de-semana, em Munique, responsáveis governamentais e peritos em relações internacionais de todo o mundo.
O vice-Presidente norte-americano, Joe Biden, será um dos principais intervenientes neste fórum, denominado "o Davos da defesa", numa referência ao grande encontro do mundo económico, que terminou no domingo, na Suíça.

Antes de se deslocar a Munique, Biden, que já participou na edição de 2009, terá uma reunião com a chanceler alemã, Angela Merkel, em Berlim.

Outras intervenções previstas são as do ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, do israelita, Ehud Barak, e do secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen.

O mediador internacional na Síria, Lakhdar Brahimi, vai apresentar a difícil missão para encontrar uma solução para um conflito que se eterniza.

Nenhuma decisão é esperada durante os dois dias e meio, quando se vão suceder as mesas redondas sobre as grandes questões atuais, em particular o conflito do Mali, na sequência da intervenção francesa, a evolução da "primavera árabe" e os problemas no Egito, a cibersegurança ou o impacto da crise do euro, de acordo com os organizadores.

Parlamento:

Horas de discussão para nenhuma conclusão

De um lado a oposição, a pedir responsabilidades políticas, do outro o governo a dizer que pela primeira vez se fez um inquérito a um acidente com infra-estruturas. No meio, entre outras obras, a queda da ponte na Boa Vista, em Setembro do ano passado. Durante três horas, na Assembleia Nacional, debateu-se a interpelação que o MpD levou ao Parlamento para esclarecer questões e dúvidas relacionadas com a gestão de projectos de infraestruturas no país. No final, foram poucas as respostas esclarecedoras.
“Nada de novo”, resumia o deputado eleito pela Boa Vista, José Luís Santos, ao Expresso das Ilhas, no final da interpelação feita pelo MpD ao governo. Em cima da mesa, o relatório governamental sobre a queda da ponte da Ribeira D’Água, no dia 26 de Setembro do ano passado, que apontou responsabilidades para várias empresas, entre a construtora portuguesa MSF, e o próprio Governo.

“O relatório comprovou o que já tínhamos dito desde 3 de Outubro”, afirmou Santos, “a ponte caiu por causa de um conjunto de irregularidades cometidas na feitura da obra, uma obra sem concurso e feita na base de um esboço de projecto, imagine, uma obra daquela dimensão, uma ponte importantíssima onde passavam todos os carros da Boa Vista. Aquela ponte foi feita para cair e caiu efectivamente”.
Já na abertura do debate, o deputado Jorge Santos, também do MpD, também tinha apontado o dedo ao executivo liderado por José Maria Neves, que não esteve presente na Assembleia Nacional, ao dizer que “o relatório do inquérito sobre as causas e responsáveis deste grave incidente, vêm provar e ilustrar a incompetência e a irresponsabilidade deste Governo, na gestão de infraestruturas a nível nacional, durante a sua governação”.
O parlamentar democrata disse ainda que a gestão das infraestruturas pelo governo caracteriza-se pelo incumprimento do Regime Jurídico das Empreitadas de Obras Públicas.

Músicos de São Vicente denunciam “monopolização” da Academia Jotamonte

Artistas e agentes culturais do Mindelo acusam o gestor da Academia Jotamont, Francisco “Kikas” Silva, e o seu grupo musical Serenata de se servirem do espaço para “fazer negócio em proveito próprio”. A única sala de espectáculos pública da ilha, dizem, está reservada durante todo o ano para aquela banda. O caso é do conhecimento da Câmara Municipal de São Vicente, que nada faz para pôr fim a este monopólio.

Músicos de São Vicente denunciam “monopolização” da Academia Jotamont
“Quando vamos marcar um evento, somos informados pelo Kikas de que o grupo Serenata já reservou a Academia Jotamont para todo o ano. É uma injustiça, já que aquela sala é de todos os sanvicentinos”, criticam artistas e agentes culturais mindelenses.
Sob anonimato estes afirmam que Kikas, que é também funcionário da Câmara Municipal de São Vicente, usa o espaço a seu bel-prazer e faz dele um negócio próprio. “É um negócio bem montado. Qualquer espectáculo na Academia tem de ter o suporte do grupo Serenata., não há chances para outros. Mais: quem quer fazer shows paga ao Kikas, não à Câmara Municipal”.
Os descontentes alegam ainda que o caso já é do conhecimento da Câmara Municipal, que contudo se mantém “passiva”. “A CMSV conhece a situação e faz vista grossa. Como é possível não saber que o Serenata goza de exclusividade na hora de dar suporte musical aos espectáculos na Academia Jotamont? E por que razão o grupo do Kikas goza da prerrogativa de usar o espaço durante um ano inteiro?”, questionam.
Para Francisco “Kikas” Silva, as acusações são falsas e vêm de pessoas com “dor de cotovelo”. “As requisições são endereçadas ao vereador da Cultura, mas antes seguem para o sector de património, onde trabalho, e verificamos a disponibilidade. Consoante a nossa avaliação, o vereador autoriza ou não. Se para o dia que querem fazer espectáculo já estiver marcado outro evento, têm de escolher outra data”, explica o músico e funcionário da CMSV.

sábado, 12 de janeiro de 2013


Biografia



 
Chamo me Milla Casado sou natural de Sao Vivente faguesia de Nossa Senhora nda Luz filha de Rosa dos SantoS Lopes e de Ricardo Alfonsi Casado Boca.

 Sou estudante da Universidade do Mindelo do 1º ano do curso de Ciencia Politica e Relacoes Internacionais  pretendo fazer um mestrado em Diplomacia com o meu blog ue pretendo dar a conhecer algums dos muitos destaques da semana .

Estar com um olhar mais atento sobre os destaques da semana relacionados com a politica para que os leitores estejam mais informados sobre a vida politica do nosson pais desse modo ajudar os leitores a terem uma participacao activa na vida politica e de forma conciente.